Urban Climate Health Nexus · NWO–FAPESP Merian Fund

REACH Nexus

Resilience to Extreme weather: Advancing Climate-Health Nexus

Colaboração Brasil–Países Baixos desenvolvendo adaptação climática para grupos vulneráveis através de ciência cidadã, modelagem de sistemas e inovação em políticas.

Conheça os sítios → Pacotes de trabalho

Mural de crianças brincando na chuva à beira do Rio Tietê, pintado em um muro do Jardim Pantanal, São Paulo.
Mural no Jardim Pantanal retratando crianças brincando na chuva à beira do Rio Tietê. · @sprart1, 2026

Projeto em números

4
Sítios
5
Anos (2026–2030)
2
Países
9
Instituições parceiras

Diário do projeto

  • Lançamento: o primeiro encontro presencial e uma caminhada pelo Jardim Pantanal

    Membros do consórcio reunidos em frente ao mural do Jardim Pantanal, que retrata crianças brincando na chuva à beira do Rio Tietê.

    As equipes de Amsterdã e São Paulo do consórcio encontraram-se pessoalmente pela primeira vez na FAPESP, onde os cinco projetos financiados pelo Merian Fund se reuniram para um lançamento de três dias. Os dois primeiros dias pertenceram à sala de conferências. Cada equipe apresentou o seu trabalho; em seguida, os projetos sentaram-se juntos para comparar notas, fazer perguntas e procurar os pontos em que os seus planos se sobrepõem.

    No terceiro dia, o encontro saiu da sala de conferências e foi para o campo. Em colaboração com o nosso parceiro local Instituto Alana, as equipes brasileira, holandesa e da Alana percorreram o Jardim Pantanal, o bairro de várzea que é um dos sítios de estudo do projeto. Caminhar pelo lugar juntos deu ao lado holandês uma primeira percepção real de onde este trabalho vai acontecer ao longo dos próximos cinco anos. Um começo forte e marcante, e um início promissor para o projeto.

  • Projeto financiado pela chamada Merian Fund NWO–FAPESP

    O REACH Nexus foi selecionado como um dos cinco consórcios Brasil–Países Baixos financiados pela chamada NWO–FAPESP Cooperação Brasil–Países Baixos 2024 "Extreme Heat and Water Events: Mitigating the Adverse Health Effects of Climate Change in Cities." O programa de cinco anos inicia em 1º de maio de 2026 e é co-liderado por Reinout Wiers (UvA) e Leandro Giatti (USP).

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Por que este projeto

Eventos climáticos extremos cada vez mais intensos afetam desproporcionalmente populações marginalizadas, aprofundando desigualdades e vulnerabilidades em saúde. Esta "policrise" complexa é estudada por uma perspectiva sistêmica. São desenvolvidos quatro estudos de caso em que especialistas e partes interessadas modelam, conjuntamente, vulnerabilidades e identificam loops de retroalimentação para encontrar alvos-chave de intervenção. Em seguida, vem a coleta de dados, com uma abordagem de ciência cidadã que garante que os modelos reflitam contextos locais e experiências vividas. Esses modelos são refinados ao longo do tempo, gerando recomendações de política específicas para cada sítio e um arcabouço de modelagem transferível para outros contextos urbanos vulneráveis no mundo.

Onde o trabalho acontece

Visão geral dos quatro estudos de caso.

Três fases em cinco anos

I

Entender

Análise fundacional: capacidade dos sistemas de saúde, exposição climática e vulnerabilidade histórica nos quatro sítios, sob a lente da justiça climática.

II

Integrar

Grupos de trabalho locais co-desenvolvem modelos que capturam as interações entre planejamento urbano, política de saúde e adaptação climática, alimentados por dados de ciência cidadã.

III

Melhorar

Traduzir os achados em pilotos em laboratórios vivos no Brasil e nos Países Baixos, além de recomendações de política baseadas em modelos para municípios parceiros.

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